“Pois este meu filho estava morto e voltou à vida; estava perdido e foi achado. E começaram a festejar o seu regresso” (Lucas 15.20-24)
Você faz ideia de como se sente um pai ou uma mãe que perde um filho numa loja, rua ou em meio a uma multidão? É uma sensação indescritível, a da perda. A dor maior é de saber que seu pequeno, gerado no seu interior aquecido, preservado, amado com zelo extremo, para quem se criou um mundo de sonhos e planos perfeitos está perdido em meio a um mundo hostil e cheio de maldade. Dá um frio na espinha. É como se já estivesse morto.
É assim... você sai com seu filhinho, tendo a criança segura bem firme em sua mão (seu braço sempre ali estendido mantendo a proteção e autoridade). Mas os pais tem um alvo e seguem seguros levando pelo seu caminho a criança... Mas se esta não é ensinada para onde vai desde cedo... E tudo ao seu redor chama sua atenção, chega um momento onde algo a atrai tanto que ela escapa da mão segura do pai... E de repente o pai perde o controle sobre a vida do filho amado, que na maioria das vezes nem sabe que está perdido. O que fazer?
A atitude de amor é a solução. O pai do alto de sua estatura procura o pequeno perdido em meio a multidão e começa a dar informações para serem repassadas em público. O normal é que o seu braço se estenda automaticamente ainda mais, para tirar da frente todo o obstáculo que possa estar entre você e seu amado filho. Fazendo o impossível para trazê-lo de volta para junto, para o lugar seguro, livrando-o do mal, salvando-o. Como o braço do Senhor não está encolhido e sim pronto a salvar os filhos perdidos. (Isaías 52:10/Isaías 59:1 )
Você então vê o filho amado e apressa o passo em direção a ele, antes que o pequeno perceba que está perdido e comece a buscar na direção errada. Pois o pai vê o filho antes que o filho veja o pai, e há uma alegria inexprimível no coração do Pai ao ter de volta seu filho perdido. Por isso há uma grande festa!
“Após achar meu filho na multidão tomei uma decisão – nunca mais perdê-lo – e fiz um crachá com todas as informações oficiais e necessárias, para que fosse ele onde fosse de agora em diante ficasse gravada nele sua origem. Quem ele era a quem pertencia tudo gravado naquele selo que eu colocava dentro da roupa dele. Eu o marquei para que não se perdesse de novo”.
Assim como nós quando voltamos para o Pai, em nós é colocado o selo, a marca de propriedade exclusiva.
Façamos uma grande festa cada vez que alguém que estava perdido entre na igreja e receba a salvação!
Ele nos selou como sua propriedade e pôs o seu Espírito em nossos corações como garantia do que está por vir. (2Co1.22 - NVI)
Hoje nós a IGREJA DE CRISTO somos esse braço estendido para trazer de volta os filhos que ainda estão perdidos, somos o caminho seguro para casa... o lugar de reencontro familiar.
Você faz ideia de como se sente um pai ou uma mãe que perde um filho numa loja, rua ou em meio a uma multidão? É uma sensação indescritível, a da perda. A dor maior é de saber que seu pequeno, gerado no seu interior aquecido, preservado, amado com zelo extremo, para quem se criou um mundo de sonhos e planos perfeitos está perdido em meio a um mundo hostil e cheio de maldade. Dá um frio na espinha. É como se já estivesse morto.
É assim... você sai com seu filhinho, tendo a criança segura bem firme em sua mão (seu braço sempre ali estendido mantendo a proteção e autoridade). Mas os pais tem um alvo e seguem seguros levando pelo seu caminho a criança... Mas se esta não é ensinada para onde vai desde cedo... E tudo ao seu redor chama sua atenção, chega um momento onde algo a atrai tanto que ela escapa da mão segura do pai... E de repente o pai perde o controle sobre a vida do filho amado, que na maioria das vezes nem sabe que está perdido. O que fazer?
A atitude de amor é a solução. O pai do alto de sua estatura procura o pequeno perdido em meio a multidão e começa a dar informações para serem repassadas em público. O normal é que o seu braço se estenda automaticamente ainda mais, para tirar da frente todo o obstáculo que possa estar entre você e seu amado filho. Fazendo o impossível para trazê-lo de volta para junto, para o lugar seguro, livrando-o do mal, salvando-o. Como o braço do Senhor não está encolhido e sim pronto a salvar os filhos perdidos. (Isaías 52:10/Isaías 59:1 )
Você então vê o filho amado e apressa o passo em direção a ele, antes que o pequeno perceba que está perdido e comece a buscar na direção errada. Pois o pai vê o filho antes que o filho veja o pai, e há uma alegria inexprimível no coração do Pai ao ter de volta seu filho perdido. Por isso há uma grande festa!
“Após achar meu filho na multidão tomei uma decisão – nunca mais perdê-lo – e fiz um crachá com todas as informações oficiais e necessárias, para que fosse ele onde fosse de agora em diante ficasse gravada nele sua origem. Quem ele era a quem pertencia tudo gravado naquele selo que eu colocava dentro da roupa dele. Eu o marquei para que não se perdesse de novo”.
Assim como nós quando voltamos para o Pai, em nós é colocado o selo, a marca de propriedade exclusiva.
Façamos uma grande festa cada vez que alguém que estava perdido entre na igreja e receba a salvação!
Ele nos selou como sua propriedade e pôs o seu Espírito em nossos corações como garantia do que está por vir. (2Co1.22 - NVI)
Hoje nós a IGREJA DE CRISTO somos esse braço estendido para trazer de volta os filhos que ainda estão perdidos, somos o caminho seguro para casa... o lugar de reencontro familiar.
Marta Chrisostomo Silvares
Líder da Secretaria de Missões da IEVV Pedra de Guaratiba, Rio de Janeiro, RJ
Líder da Secretaria de Missões da IEVV Pedra de Guaratiba, Rio de Janeiro, RJ

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